Não sei o que prende o mar Que movimentos o encerram Para se agitar assim Que tormentos Que sofrimentos tão vis Que lhe arrancam lamentos E o movem a dura servis
Não sei o que o tem cativo Que enleios traz em si…
A aldeia aprisionada num esotérico submundo Globo ocular à espreita da cidade exotérica É verdade abafada de mentira Extemporâneo entulho esférico Frustrâneo dióspiro Incomestível Imperceptível forma de moléstia Praga sem modéstia que não parte Nem reparte