domingo, 25 de abril de 2021

Luz, cor e luar

quando os muros são pesados 
tantas vezes sangramos 
sem forças para achar uma abertura 

mas há que erguer a cabeça 
bem acima dos muros que se levantam, 
esculpir poesias com o olhar, 
espalhá-las pelos mares que nos corroem a alma 
e ser luz, cor e luar

14 comentários:

  1. Quero classificar este poema e esta imagem apenas com uma palavra: ... BRILHANTES ...
    .
    Domingo feliz … Saudação poética
    .
    Pensamentos e Devaneios Poéticos
    .

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  2. Linda poesia e imagem!Adorei! beijos, ótima semana! chica

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  3. Luz/ cor e luar! Mesmo que os muros avancem sobre nós ou fugir deles?

    Beijinhos

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  4. Muito interessante, cheio de força surgida nas das agruras da vida.
    Uma foto excelente.

    Beijo

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  5. Oi, Fá!!
    O brilho do olhar não pode se apagar. É com ele que afastamos toda a escuridão.
    Beijinhos no coração!

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  6. A força de outras perspectivas do olhar que nos expande. Gostei. Parabéns pelo seu expressivo poema. bjs

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  7. Que sigamos sempre em direção da luz,
    os muros não são maiores que nossa fé!
    🙏🙏😘

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  8. Muito lindo que ficou o teu poema, contudo, é um bocadinho triste, de qualquer maneira, os poemas são para ter sentimentos de todo o género e feitio!! Bom e feliz mês de Maio para ti, muita saúde e muita paz, muitos beijinhos e fica bem!!

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  9. Muita verdade nessa poesia. Boa inspiração. Bjs querida

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  10. A foto é belíssima, minha
    amiga. Belíssima.
    Adorei.
    Vou seguir esta página tbm.
    Beijos.

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  11. Si
    por tantas razones muchas veces nos acongojamos
    pero hay que sacar fuerzas para seguir avanzando...

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  12. Uy que bello poema te da esperanza. Por muy duro que sea podemos soñar. Te mando un beso

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  13. Não há muros que a vontade não ultrapasse...
    Excelente poema.
    Continuação de boa semana, amiga Fá.
    Beijo.

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  14. Adorei Fá, este grito de resistência!
    É preciso erguer a cabeça as vezes que forem precisas.
    E acreditar.
    Ser luz, cor e luar
    e brisa doce.
    Abraço*

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«a vida, a meu ver, é polarizada entre a prosa – ou seja, as coisas que fazemos por obrigação, que não nos interessam, para sobreviver – e a poesia – o que nos faz florescer, o que nos faz amar, comunicar. E é isso que é importante.»
(Edgar Morin)
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